Sealed With A Kiss · Brian Hyland
The Very Best Of Brian Hyland ℗ 1962 UMG Recordings, Inc.
Released on: 1993-01-01 Composer Lyricist, Producer: Gary Geld Composer Lyricist, Producer: Peter Udell
Salve, salve, família! Chega mais que o Piolho de Cu tá na área pra te passar a visão sobre esse tal de Brian Hyland. O maluco era o verdadeiro “menino de ouro” da gringa nos anos 60, tá ligado? Se liga no papo reto sobre a trajetória do parça:
🎤 O Malandro do Pop Inocente
Antes dos Beatles chegarem chutando a porta e mudando o cenário, quem mandava no radinho era esse mano aí. O Brian era o legítimo ídolo dos tals “teenagers”, com aquela voz lisinha, pique veludo, e umas letra que grudava na mente mais que chiclete no asfalto quente.
👙 1. O Hit que Parou a Quebrada: O Biquininho Amarelo
Com apenas 16 aninhos — a idade que a gente tá aprendendo a dar grau de bike — o moleque estourou no mundo todo com “Itsy Bitsy Teenie Weenie Yellow Polka Dot Bikini”.
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A fita é a seguinte: A música fala de uma mina que tava com vergonha de sair da água porque o biquíni era minúsculo.
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Visão de mercado: O bagulho foi tão doido que as vendas de biquíni subiram mais que preço de picanha. O mano virou o rei da Billboard em 1960.
🎸 2. Mudando o Passo: Do Deboche pro Romance
Muita gente achou que ele ia ser só o “cara da música engraçadinha”, mas o Brian tinha as manha. Ele meteu o pé nas música de piada e virou um galã romântico de responsa:
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“Sealed with a Kiss” (1962): Essa aqui é pra chorar no banho, parça. Uma balada triste de fim de verão que até hoje os cara regrava.
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“Ginny Come Lately”: Outro som que deixou as mina doida e mostrou que ele era zika nas canção de amor.
🕺 3. O Retorno triunfal (Anos 70)
O tempo passou, o estilo mudou, mas quem tem talento não morre na praia. Em 1970, ele deu a volta por cima com “Gypsy Woman”.
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A pegada: Foi um bagulho mais Soul, mais maduro, escrita pelo mestre Curtis Mayfield. O som bateu lá no Top 3 das parada e mostrou que o Brian não era só um rostinho bonito, o mano tinha alma!
🏆 Resumo da Ópera (Legado do Mano)
O Brian Hyland era tipo aquele camisa 10 clássico: jogava limpo, visual sempre na régua, estilo “bom moço”. Ele faz parte daquela linhagem de ouro que definiu o som das rádio AM antes da invasão britânica bagunçar o coreto. Até hoje, se tu quer ouvir uma voz doce de verdade, o nome do cara é esse.


