Salve, salve, meu parça! Chega mais que o Piolho de Cu tá na área e o papo hoje é relíquia, hein? Se tu não conhece Fulanito, tu tá mofando no sofá, tá ligado?
Se liga na visão: o Fulanito é aquele grupo que misturou o tempero da República Dominicana com a malandragem de Nova York. Os caras pegaram o Merengue, que é aquele ritmo que faz até quem tem dois pés esquerdos balançar, e jogaram um Rap, um Hip Hop e uma vibe de festa de rua no meio. É o som perfeito praquele churrasco de domingo na laje quando a galera já tá meio alegre.
A fita do “Guaiando” 🎶
Agora, falar de “Guaiando” é falar de hino, truta! Essa música é tipo aquele drible inesquecível do Ronaldinho: todo mundo para pra ver.
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O Ritmo: É um merengue acelerado, batida nervosa, com aquela sanfona (o acordeon) que parece que tá falando com você. É som pra suar a camisa, não tem erro.
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A Letra: “Guaiando” é tipo uma gíria que remete a ralar, dançar coladinho, sentir o clima. Os caras mandam uns versos rimados no meio que dão aquele molho de “quebrada internacional”, manja?
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O Clima: É música de união. Toca na festa e une o tiozão do samba com o moleque do funk, porque a energia dos caras é contagiante. É o som do “corre” que deu certo e virou festa.
Por que isso é importante, parça?
Porque o Fulanito mostrou que dá pra respeitar a raiz (o Merengue raiz lá dos antigos) e meter uma banca moderna, com boné de aba reta e marra de quem sabe o que tá fazendo. Os caras são zika porque não tiveram medo de misturar as parada.
Moral da história: Na vida, tu tem que ser que nem o som do Fulanito: ter fundamento, respeitar de onde veio, mas saber meter um improviso e fazer a massa pular! 😎🔥


